"Os dados sempre foram um ativo valioso para as empresas farmacêuticas, mas a chegada da inteligência artificial reforçou ainda mais essa importância."
O Google está a aproveitar o palco do Google I/O, que decorre esta semana, para apresentar a sua visão para a próxima fase da inteligência artificial. A empresa quer que o Gemini deixe de ser apenas uma ferramenta de conversação e passe a assumir um papel mais ativo na execução de tarefas, na organização de informação e na interação com serviços digitais.
As negociações entre a Microsoft, a G42 e o Governo do Quénia para a construção de um grande centro de dados alimentado por energia geotérmica entraram num impasse devido a divergências sobre garantias financeiras e consumo energético. O projeto, apresentado em 2024 como um dos maiores investimentos tecnológicos na África Oriental, poderá agora ser redimensionado.
Durante mais de vinte anos, as maiores empresas tecnológicas do mundo habituaram investidores, reguladores e mercado a uma lógica financeira praticamente única na economia global. Cresciam rapidamente, geravam liquidez em escala massiva e conseguiam expandir operações sem necessidade proporcional de investimento físico. A corrida à inteligência artificial está agora a alterar esse modelo de forma estrutural.
O avanço da Inteligência Artificial está a alterar a natureza do risco digital nas empresas e a deslocar a cibersegurança para o centro das decisões estratégicas. A crescente interação entre sistemas autónomos, a evolução dos seguros cibernéticos e o reforço das exigências regulatórias na Europa estão a obrigar organizações, seguradoras e responsáveis tecnológicos a rever modelos de proteção e gestão de risco.
O debate sobre a automação do trabalho ganha novos contornos diante da discrepância entre o custo de operação da tecnologia e os preços praticados no mercado, sugerindo que a viabilidade financeira será o verdadeiro divisor de águas para o setor.
A Meta inicia em maio um processo de redução de cerca de 10% de sua força de trabalho global, motivada por uma ampla reestruturação operacional baseada no avanço da inteligência artificial. O movimento, que deve se estender pelos próximos anos, reflete uma mudança de prioridades estratégicas na companhia após o encerramento do seu ciclo anterior de ajustes financeiros e o foco em automação.
A integração da Inteligência Artificial no desenvolvimento de software transformou a produtividade em um padrão de mercado, mas trouxe consigo um desafio crítico de governança. Enquanto ferramentas automatizadas encurtam ciclos de entrega em até 55%, a falta de uma estratégia de segurança integrada pode transformar o ganho de eficiência em um passivo financeiro e operacional elevado. O cenário atual exige que a proteção das aplicações acompanhe a mesma velocidade da geração de código para evitar que falhas estruturais se multipliquem em escala industrial.
Durante a primeira cúpula entre as duas nações, líderes discutiram a regulação de gigantes do setor digital e formalizam parcerias estratégicas em supercomputação e inteligência artificial.
Um novo estudo da Roland Berger aponta para a transição dos robôs humanoides da fase de protótipo para a implementação industrial, impulsionada por avanços em inteligência artificial e hardware. Com custos operacionais estimados em cerca de dois dólares por hora, esta tecnologia poderá reforçar a competitividade europeia, responder à escassez de mão-de-obra qualificada e abrir um mercado com potencial para rivalizar, a prazo, com a indústria automóvel.
A trajetória da inteligência artificial no sistema jurídico brasileiro ganha um novo capítulo em Brasília, no dia 24 de abril, com a realização do IAJus 2026. O evento, organizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por meio de seu comitê especializado, marca um esforço de coordenação institucional para transformar experimentos isolados em uma infraestrutura tecnológica compartilhada. O encontro ocorre em um cenário onde o interesse pela tecnologia, antes incipiente conforme apontado em levantamentos de 2024, deu lugar à necessidade de uma implementação estruturada. Um dos pilares dessa estratégia é a apresentação do Sinapses 2.0, que atua como um repositório nacional
O setor de consórcios no Brasil ganha um novo canal digital de atendimento que utiliza agentes de inteligência artificial para realizar simulações e esclarecer dúvidas de clientes em tempo real. A tecnologia, desenvolvida pela consultoria Tech for Humans em parceria com o Porto Bank, busca simplificar o acesso ao planejamento financeiro e dar suporte ao volume crescente de adesões registrado no mercado nacional.